Nos dias que correm há cada vez mais divórcios e pelos mais variados motivos. Não vou estar aqui a fazer uns listinha dos principais fatores de divórcio, mas vou falar de um em particular, que me chama particularmente a atenção e que não deixa de me dar graça.
Quem fala de homens que traem as suas mulheres, também fala de mulheres que traem os seus maridos. No entanto vou focar os homens, porque há que admitir que é muito mais fácil ser um homem a cair em tentação, em especial se não tiver a mulher ao lado.
Há homens e homens...e há os fiéis ás duas esposas, e ainda os que gostam de afogar o ganso, me faço entender.
Um homem quando não está satisfeito com o casamento que tem, só lhe fica bem falar com a mulher e explicar o que o incomoda ou não o faz feliz. Normalmente os homens casados tendem todos a cair nesta mesma decadência de pensar que é só um caso de uma noite, uma deslizadela pelas outras não mata ninguém...até que deixa a amante grávida. E mesmo que ele se separe da mulher...amante será sempre a amante, para todos os efeitos, mesmo que a assuma aos quatro ventos. AMANTE É SEMPRE AMANTE, o que até dá um bom reportório ao senhor que quer encobrir os seus deslizes...em especial quando é apanhado em flagrante. Eu adoro as alturas em que o querido e fiel marido é apanhado com a pata na poça, simplesmente adoro, não há nada a fazer. E quando não lhe sai a frase "querida, isto não é o que parece", sai algo como: "isto não é nada...ela é feia como tudo, como achas tu que eu vou com ela?"...mas na verdade, VAI MESMO COM ELA, COM A FEIA...que falta de bom gosto!
Depois ainda há os homens que, logo que metem a pata na poça e são apanhados, divorciam-se e metem famas nas sua ex mulheres. Umas são umas grandes cabras porque lhe tinham metido os palitos, mas como nem sempre isso cola, dão em porcas que não querem trabalhar e fazer nenhum nas suas casas. Então surge Tânia Dias, a voz da experiência que apela a todos os homens infiéis deste planeta: MEUS CAROS SAFADOS, SE A MULHER NÃO FAZ NADA EM CASA, PORQUE NÃO FAZEIS VÓS QUE SOIS TÃO TRABALHADORES? SÓ SERVIS PARA FAZER PAPEL DE VÍTIMA?
Há que admitir que é vergonhosa a situação, mas ela existe. Infelizmente existe neste mundo muita gente sem nível, sem escrúpulos, sem nada que nem a um monte de m**** se comparam. Sabe bem saírem da história os santinhos e vítimas, foram uns tolinhos e uns coitadinhos os meninos, mas não contam o que andaram a fazer no meio da noite, enquanto pulavam janelas de pensões que os próprios pagavam para dar boa vida ás vacas com quem dormem...nem contam de onde vem o montante, quer seja do seu suor ou dos seus descendentes, sim, porque há pais que roubam porcamente os filhos para encher bocas a criar de vaca, ou seja, dão o leite de casa ás vadias para lhe matar a sede e ainda têm o descaramento de se quererem fazer sair bem na fotografia.
Situações como esta, claro, só acabam por fazer destes episódios, não sagas estilo twilight, se não novelas mexicanas nas quais eu me sento na primeira fila para assistir e comer pipoca.
Ainda mais me dá vontade de rir quando me dou conta de como é que há homens que conseguem trocar mulheres lindas, honestas e boas mães, boas donas de casa e boas amigas, por um monte de palha usada onde já mil burros meteram o rabo, onde já tantos cavalos urinaram em cima e onde o burro de quem caiu na armadilha vai lá deixar a marca. Minha nossa, como este mundo precisa de voltar um pouco ao antigo. Não porque seja antiquada, mas porque reconheço que, quando mais modernismos, pior sociedade, pior mentalidade e pior fidelidade.
Bem vindos ao meu blog. Aqui escrevo o que penso, o que me apetece e o que bem entendo. Fiz-me entender? Nem por isso? É complicado exemplificar. Puxai uma cadeira. Comei pipocas e ride! Sim...riam muito porque tristezas não pagam dívidas.
terça-feira, 24 de julho de 2012
sábado, 21 de julho de 2012
sê feliz, não olhes para trás
Há anos que te pus para trás das minhas costas.
Parece que foi hoje. Era de noite, já muito tarde. Lembro-me que chovia intensamente.
Lentamente saí da cama. Tu dormias pesadamente.
Sabia que tinha chegado a hora. Tinha chegado a nossa hora. A hora de decidir que caminho seguir. Ambos sabíamos que não éramos felizes. Que fazia falta seguir em frente, não olhar para trás.
Ser feliz é complicado. Muito complicado. Nunca soube como te dizer, mas eu desejei ser feliz quando comecei a fazer a mala nessa noite de tempestade. Meti pouca coisa na mala, não era preciso muita.
Deixei um bilhete na porta do frigorífico. Não dizia muita coisa. Procura ser feliz, ama alguém que consiga amar-te mais do que eu...procura não pensar em mim.
Desci as escadas do átrio de entrada e saí para o exterior. O chuva quente acolheu o meu rosto. Meti a chave na porta do carro e entrei. Não olhei para trás, nem era preciso. Dizem que não faz bem olhar para trás. Tolo é aquele que vive de recordações.
Segui em frente sem saber para onde ir, o que fazer. Segui sem saber que rumo tomar ou como começar. Mas é sempre assim.
Sei que hoje tu és feliz. Ninguém me disse, eu mesma sei. Tentei encontrar-te noutros corpos. Vi ainda muitas vezes os teus olhos noutros homens. Mas era sempre um outro sonho.
Hoje sei que te afastei para sempre de mim. Sei que conseguiste superar a surpresa de não me encontrar mais do outro lado da cama.
Foi a melhor forma de te dizer que um dia te amei demais e que...tu sabes, continuarei a respeitar-te, a respeitar-me acima de tudo.
Foi melhor assim. Não guardo rancor de saber que deitaste nessa cama muitas outras mulheres a quem chamavas de amor.
Hoje não me custa saber que fui apenas mais uma. No fundo, tu também o foste para mim. A coragem é a valentia do homem, e nem todos a possuem. Tu sabes que foi difícil para mim, mas foi assim que o decidi. Eu queria provar-te que não iria ter mais esperança em ti. Afinal de contas, custa tão pouco ser feliz, basta ter-se coragem de seguir.
Parece que foi hoje. Era de noite, já muito tarde. Lembro-me que chovia intensamente.
Lentamente saí da cama. Tu dormias pesadamente.
Sabia que tinha chegado a hora. Tinha chegado a nossa hora. A hora de decidir que caminho seguir. Ambos sabíamos que não éramos felizes. Que fazia falta seguir em frente, não olhar para trás.
Ser feliz é complicado. Muito complicado. Nunca soube como te dizer, mas eu desejei ser feliz quando comecei a fazer a mala nessa noite de tempestade. Meti pouca coisa na mala, não era preciso muita.
Deixei um bilhete na porta do frigorífico. Não dizia muita coisa. Procura ser feliz, ama alguém que consiga amar-te mais do que eu...procura não pensar em mim.
Desci as escadas do átrio de entrada e saí para o exterior. O chuva quente acolheu o meu rosto. Meti a chave na porta do carro e entrei. Não olhei para trás, nem era preciso. Dizem que não faz bem olhar para trás. Tolo é aquele que vive de recordações.
Segui em frente sem saber para onde ir, o que fazer. Segui sem saber que rumo tomar ou como começar. Mas é sempre assim.
Sei que hoje tu és feliz. Ninguém me disse, eu mesma sei. Tentei encontrar-te noutros corpos. Vi ainda muitas vezes os teus olhos noutros homens. Mas era sempre um outro sonho.
Hoje sei que te afastei para sempre de mim. Sei que conseguiste superar a surpresa de não me encontrar mais do outro lado da cama.
Foi a melhor forma de te dizer que um dia te amei demais e que...tu sabes, continuarei a respeitar-te, a respeitar-me acima de tudo.
Foi melhor assim. Não guardo rancor de saber que deitaste nessa cama muitas outras mulheres a quem chamavas de amor.
Hoje não me custa saber que fui apenas mais uma. No fundo, tu também o foste para mim. A coragem é a valentia do homem, e nem todos a possuem. Tu sabes que foi difícil para mim, mas foi assim que o decidi. Eu queria provar-te que não iria ter mais esperança em ti. Afinal de contas, custa tão pouco ser feliz, basta ter-se coragem de seguir.
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Hoje o que está a dar são os 5 minutos de fama!
Não importa o que seja, nem como surge...mas nos dias de hoje, a ideia de existência passa simplesmente pelo facto de sermos tocados pelos media.
Um grande exemplo disso são os ídolos. Para quem não sabe, os ídolos é um programa da Sic em que os concorrentes decidem mostrar os seus dotes musicais e ir passando a cada fase até chegar á final e levar um prémio para casa. Sempre gostei de ver os ídolos, mas programas como este fazem-me pensar nestas coisas.
Quantos de vocês conseguem lembrar-se de ex concorrentes dos ídolos? Nem eu...por mais que tente nem eu me consigo lembrar.
Neste momento tenho um colega do meu curso, o Diogo Piçarra, a concorrer nos ídolos e nem se tem saído mal. No entanto, admito que há melhores vozes ali e que já estiveram em risco de serem eliminados. Tudo isto porque os portugueses não sabem votar decentemente em quem canta mas decide votar pelo vestido, pela carinha laroca e até porque acha que canta qualquer coisinha e engraçou com fulano.
Mas isso já são outros assuntos que nada têm a ver com a temática deste post.
O que eu pretendo basicamente aqui tentar que percebam é que hoje em dia tem muito mais valor serem publicadas duas ou três páginas de revistas sobre os ídolos do que pessoas com mérito ou outras situações que mereçam ser notícia e que fique na história. Hoje a moda é dar relevo a coisas que amanhã já ninguém se vai lembrar ou sequer pensar que existiu...
Já lá vão os bons velhos tempos em que a memória de elefante vingava no nosso país e não é do queijo a culpa disto tudo, mas sim da desgraça que nos cerca cada vez mais de perto.
Em tempos deu um programa na Sic com um formato parecidíssimo aos ídolos, chamado de FAMILIA SUPERSTAR. Basicamente o programa consistia em manter os concorrentes hospedados numa casa, irem sendo postos á prova com as suas capacidades vocais durante a semana e haviam as galas todos os Domingos á noite. Se querem saber, tenho ainda na lembrança que ganhou uma rapariga e que cantava muito bem, mas quem é ela? não sei...e o que importa isso? Ganhou o programa! Que bom para ela.
E é deste tipo de coisa que vivemos hoje em dia. Vivemos no império da imagem, em que a montra tem mais peso que o conteúdo?
-Já viste aquele rapaz tão culto mãe?
-O que interessa se nem se sabe vestir como deve de ser?
É disto que vivemos hoje. De imagem, de montra e de cada vez mais efemeidade, onde o que chega hoje, amanhã já não interessa. Vivemos numa sociedade de cada vez mais vicios e cada vez mais desgraça, cada vez mais facilitismo e cada vez mais para uns e menos para outros.
Vivemos numa sociedade em que concorremos a um reality show e dois dias depois já temos fãs e somos capa de resvista como o caso do Big Brother e da Casa dos Segredos. O que é que aquelas pessoas são? Tanto ou menos que eu e além de estarem a fazer uma enorme figura de ursos ainda saem com uma mala com uns trocos e reconhecimento temporário. E o mais giro no meio disto tudo é que esse clube de admiradores tem o nome de fãs!!!
Na minha opinião, estamos sim na era do ridículo, em que as coisas mais absurdas fazem todo o sentido e a mulher de pele e osso está acima da mulher com algumas curvas.
Sejemos sinceros: Onde iremos nós parar? Não estaremos a cair num tremendo exagero?
Não será tudo isto e hiperbole da nossa sociedade atual?
Um grande exemplo disso são os ídolos. Para quem não sabe, os ídolos é um programa da Sic em que os concorrentes decidem mostrar os seus dotes musicais e ir passando a cada fase até chegar á final e levar um prémio para casa. Sempre gostei de ver os ídolos, mas programas como este fazem-me pensar nestas coisas.
Quantos de vocês conseguem lembrar-se de ex concorrentes dos ídolos? Nem eu...por mais que tente nem eu me consigo lembrar.
Neste momento tenho um colega do meu curso, o Diogo Piçarra, a concorrer nos ídolos e nem se tem saído mal. No entanto, admito que há melhores vozes ali e que já estiveram em risco de serem eliminados. Tudo isto porque os portugueses não sabem votar decentemente em quem canta mas decide votar pelo vestido, pela carinha laroca e até porque acha que canta qualquer coisinha e engraçou com fulano.
Mas isso já são outros assuntos que nada têm a ver com a temática deste post.
O que eu pretendo basicamente aqui tentar que percebam é que hoje em dia tem muito mais valor serem publicadas duas ou três páginas de revistas sobre os ídolos do que pessoas com mérito ou outras situações que mereçam ser notícia e que fique na história. Hoje a moda é dar relevo a coisas que amanhã já ninguém se vai lembrar ou sequer pensar que existiu...
Já lá vão os bons velhos tempos em que a memória de elefante vingava no nosso país e não é do queijo a culpa disto tudo, mas sim da desgraça que nos cerca cada vez mais de perto.
Em tempos deu um programa na Sic com um formato parecidíssimo aos ídolos, chamado de FAMILIA SUPERSTAR. Basicamente o programa consistia em manter os concorrentes hospedados numa casa, irem sendo postos á prova com as suas capacidades vocais durante a semana e haviam as galas todos os Domingos á noite. Se querem saber, tenho ainda na lembrança que ganhou uma rapariga e que cantava muito bem, mas quem é ela? não sei...e o que importa isso? Ganhou o programa! Que bom para ela.
E é deste tipo de coisa que vivemos hoje em dia. Vivemos no império da imagem, em que a montra tem mais peso que o conteúdo?
-Já viste aquele rapaz tão culto mãe?
-O que interessa se nem se sabe vestir como deve de ser?
É disto que vivemos hoje. De imagem, de montra e de cada vez mais efemeidade, onde o que chega hoje, amanhã já não interessa. Vivemos numa sociedade de cada vez mais vicios e cada vez mais desgraça, cada vez mais facilitismo e cada vez mais para uns e menos para outros.
Vivemos numa sociedade em que concorremos a um reality show e dois dias depois já temos fãs e somos capa de resvista como o caso do Big Brother e da Casa dos Segredos. O que é que aquelas pessoas são? Tanto ou menos que eu e além de estarem a fazer uma enorme figura de ursos ainda saem com uma mala com uns trocos e reconhecimento temporário. E o mais giro no meio disto tudo é que esse clube de admiradores tem o nome de fãs!!!
Na minha opinião, estamos sim na era do ridículo, em que as coisas mais absurdas fazem todo o sentido e a mulher de pele e osso está acima da mulher com algumas curvas.
Sejemos sinceros: Onde iremos nós parar? Não estaremos a cair num tremendo exagero?
Não será tudo isto e hiperbole da nossa sociedade atual?
quarta-feira, 13 de junho de 2012
A febre da seleção
Eu admito: Gostos não se discutem, opiniões devem de ser ouvidas e debatidas mas nunca desvalorizadas e pontos de vista são pontos de vista.
No entanto há uma coisa que não entendo e gostaria que todos vocês me ajudassem a perceber.
Expliquem-me porque carga de água nós portugueses só apoiamos Portugal quando é para os jogos mas nunca nos apoiamos uns aos outros quando estamos aflitos?
Nos jogos somos todos unidos e todos iguais, temos amor pelo nosso país e tudo mais, exibimos a nossa bandeira com orgulho e satisfação sem qualquer preconceito, sem pensar duas vezes até...porém, perante a crise me que estamos e perante uma serie de dificuldades que passamos, somos cada vez mais individualistas e já nos esquecemos de levantar a bandeira ao alto e gritar a plenos pulmões que podemos ajudar.
A meu ver, é muito mais giro gastar dinheiro em t-shirts vermelhas e verdes, cachecóis vermelhos e verdes, bonés e bandeirinhas do que investir esse montante numas instituição de solidariedade qualquer. Sai muito mais em conta comprar tremoços e cervejinha gelada e ficarmos sentados a assistir pela televisão a meia dúzia de gatos pingados a correr feitos doidos atrás de uma bola como se o nosso futuro dependesse de mais um golo de Cristiano Ronaldo. Está IN gritar por Portugal só por uma jogatana mundial que gritar pelo futuro de Portugal numa manifestação. Não é que me queixe que não há manifestações em Portugal...existem muitas manifestações. No entanto será que toda a gente sabe para que se destina essa dita manifestação, ou marcam simplesmente presença por uma questão de ética, por que rói na carteira e por exibição? Já me pergunto sobre o assunto, porque estamos precisamente num mundo de imagem regido pela lei dos três F portugueses que são:
Não digo com isto que seja contra, que não veja, porque seria mentira. Por acaso não vejo assiduamente, nem ligo, nem acho relevante para o meu enriquecimento pessoal os jogos da seleção, porque os jogos da seleção não me enchem a barriga, só me metem os ouvidos com uma tremenda zunida com tanto berro ao estilo: GOOOOOOOOOOLOOOOOOOO! E sim, acho isso chato. Assim como acho chato todos os demais jogos de futebol do Sporting, Benfica ou mesmo até do Porto. Fico embasbacada pela forma como as mulheres conseguem por vezes ser ainda mais fanáticas pela bola que muitos homens, umas autênticas marias rapaz devoradoras de jogos e que se glorificam a si mesmas cada vez que equipa X marcou um ponto a mais que equipa Y. Aprendam: Quem marcou foi a equipa...não vocês. Vocês não marcaram nada! Nada de nada a não ser o logarzinho no sofá. Posso ter gostos que até vocês poderão considerar mais ridículos que esta minha opinião. Mas que querem? Gostos são gostos. Só dei a minha opinião.
No entanto há uma coisa que não entendo e gostaria que todos vocês me ajudassem a perceber.
Expliquem-me porque carga de água nós portugueses só apoiamos Portugal quando é para os jogos mas nunca nos apoiamos uns aos outros quando estamos aflitos?
Nos jogos somos todos unidos e todos iguais, temos amor pelo nosso país e tudo mais, exibimos a nossa bandeira com orgulho e satisfação sem qualquer preconceito, sem pensar duas vezes até...porém, perante a crise me que estamos e perante uma serie de dificuldades que passamos, somos cada vez mais individualistas e já nos esquecemos de levantar a bandeira ao alto e gritar a plenos pulmões que podemos ajudar.
A meu ver, é muito mais giro gastar dinheiro em t-shirts vermelhas e verdes, cachecóis vermelhos e verdes, bonés e bandeirinhas do que investir esse montante numas instituição de solidariedade qualquer. Sai muito mais em conta comprar tremoços e cervejinha gelada e ficarmos sentados a assistir pela televisão a meia dúzia de gatos pingados a correr feitos doidos atrás de uma bola como se o nosso futuro dependesse de mais um golo de Cristiano Ronaldo. Está IN gritar por Portugal só por uma jogatana mundial que gritar pelo futuro de Portugal numa manifestação. Não é que me queixe que não há manifestações em Portugal...existem muitas manifestações. No entanto será que toda a gente sabe para que se destina essa dita manifestação, ou marcam simplesmente presença por uma questão de ética, por que rói na carteira e por exibição? Já me pergunto sobre o assunto, porque estamos precisamente num mundo de imagem regido pela lei dos três F portugueses que são:
- Futebol
- Fátima
- Fado
Não digo com isto que seja contra, que não veja, porque seria mentira. Por acaso não vejo assiduamente, nem ligo, nem acho relevante para o meu enriquecimento pessoal os jogos da seleção, porque os jogos da seleção não me enchem a barriga, só me metem os ouvidos com uma tremenda zunida com tanto berro ao estilo: GOOOOOOOOOOLOOOOOOOO! E sim, acho isso chato. Assim como acho chato todos os demais jogos de futebol do Sporting, Benfica ou mesmo até do Porto. Fico embasbacada pela forma como as mulheres conseguem por vezes ser ainda mais fanáticas pela bola que muitos homens, umas autênticas marias rapaz devoradoras de jogos e que se glorificam a si mesmas cada vez que equipa X marcou um ponto a mais que equipa Y. Aprendam: Quem marcou foi a equipa...não vocês. Vocês não marcaram nada! Nada de nada a não ser o logarzinho no sofá. Posso ter gostos que até vocês poderão considerar mais ridículos que esta minha opinião. Mas que querem? Gostos são gostos. Só dei a minha opinião.
quinta-feira, 31 de maio de 2012
A integração de grupos para trabalho pode ser caótica
Trabalhar em grupo pode ser gratificante...e porquê?
Embora possa ser gratificante cada um fazer uma parte do trabalho e no fim se juntar tudo, por outro lado temos muitos outros fatores que levam a que não nos sintamos bem no grupo onde ficamos.
Um dos principais fatores da não integração é porque nem sempre temos direito ou poder de escolha sobre o grupo que decidimos ficar, ou a temática do trabalho não é a mais motivante.
Embora se tenha que trabalhar porque as notas não caem do céu (nem as de 100 euros) a imposição de trabalho do qual nos desagrada não é o melhor aliado para um bom trabalho.
As divergências entre o grupo também pode causar algum desconforto, dado que são pontos de vista e mentalidades diferentes, mas o maior fator para uma desintegração reside precisamente na empatia que sentimos pelos demais membros do grupo.
Trabalhar com quem não se gosta é das piores tarefas que podemos desempenhar. No fundo vamos acabar por estar a encenar uma situação da qual não gostamos e isso deprime-nos.
Ninguém tem que trabalhar com quem não gosta verdade? Não.
Embora me custe afirmar esta realidade, temos muitas vezes que trabalhar com quem não gostamos, de repartir muitas vezes com quem não gostamos e de interagir muitas vezes com quem não gostamos. Simplesmente é assim, porque caso contrário ficamos nós penalizados.
Com isto quero dizer, que a empatia no grupo acaba por levar a uma enorme desmotivação e a um enorme peso diário até ao dia da apresentação do nosso trabalho.
Então se é assim, o que se pode fazer para que as coisas corram da melhor forma?
Querem mesmo saber?
Minhas gentes...trabalhem sozinhos.
Embora hajam aspetos bastante positivos no trabalho de grupo, o melhor que desempenhamos é aquele cujo líder somos nós, cujas decisões tomamos nós e cuja forma damos nós.
Trabalhando sozinho podemos moldar o trabalho como se quiser, trabalhar á hora que se quiser e fazer o que se entender...e se ficarmos prejudicados, somos simplesmente nós e nada recai sobre o grupo.
Eu sei que nem sempre o podemos fazer, mas evitem ao máximo os trabalhos de grupo se conseguirem. Peçam para os desenvolverem sozinhos, peçam apoio ao professor, ao amigo, ao colega com quem se dão bem...seja a quem for...mas façam sozinhos.
No fundo, a apresentação acaba por ser feita em grupo, especialmente nos casos de trabalhos académicos em que temos que interagir com colegas e professores. No fundo todos falamos e partilhamos algo e mesmo que seja só no fim, é na altura melhor para tal acontecer, que é quando somos avaliados.
E vocês?
O que acham melhor? Grupo? sozinho? Comentai...
- Porque interagimos com os nossos colegas
- Porque partilhamos as nossas ideias
- Porque fazemos menos quantidade de trabalho
- Porque nos divertimos.
- Porque quando um colega tem tempo o outro não tem
- Porque nem sempre gostamos dos grupos onde ficamos
- Porque a grande variedade de opiniões pode gerar confusão
- Porque a não empatia no grupo leva á desintegração no mesmo
Embora possa ser gratificante cada um fazer uma parte do trabalho e no fim se juntar tudo, por outro lado temos muitos outros fatores que levam a que não nos sintamos bem no grupo onde ficamos.
Um dos principais fatores da não integração é porque nem sempre temos direito ou poder de escolha sobre o grupo que decidimos ficar, ou a temática do trabalho não é a mais motivante.
Embora se tenha que trabalhar porque as notas não caem do céu (nem as de 100 euros) a imposição de trabalho do qual nos desagrada não é o melhor aliado para um bom trabalho.
As divergências entre o grupo também pode causar algum desconforto, dado que são pontos de vista e mentalidades diferentes, mas o maior fator para uma desintegração reside precisamente na empatia que sentimos pelos demais membros do grupo.
Trabalhar com quem não se gosta é das piores tarefas que podemos desempenhar. No fundo vamos acabar por estar a encenar uma situação da qual não gostamos e isso deprime-nos.
Ninguém tem que trabalhar com quem não gosta verdade? Não.
Embora me custe afirmar esta realidade, temos muitas vezes que trabalhar com quem não gostamos, de repartir muitas vezes com quem não gostamos e de interagir muitas vezes com quem não gostamos. Simplesmente é assim, porque caso contrário ficamos nós penalizados.
Com isto quero dizer, que a empatia no grupo acaba por levar a uma enorme desmotivação e a um enorme peso diário até ao dia da apresentação do nosso trabalho.
Então se é assim, o que se pode fazer para que as coisas corram da melhor forma?
Querem mesmo saber?
Minhas gentes...trabalhem sozinhos.
Embora hajam aspetos bastante positivos no trabalho de grupo, o melhor que desempenhamos é aquele cujo líder somos nós, cujas decisões tomamos nós e cuja forma damos nós.
Trabalhando sozinho podemos moldar o trabalho como se quiser, trabalhar á hora que se quiser e fazer o que se entender...e se ficarmos prejudicados, somos simplesmente nós e nada recai sobre o grupo.
Eu sei que nem sempre o podemos fazer, mas evitem ao máximo os trabalhos de grupo se conseguirem. Peçam para os desenvolverem sozinhos, peçam apoio ao professor, ao amigo, ao colega com quem se dão bem...seja a quem for...mas façam sozinhos.
No fundo, a apresentação acaba por ser feita em grupo, especialmente nos casos de trabalhos académicos em que temos que interagir com colegas e professores. No fundo todos falamos e partilhamos algo e mesmo que seja só no fim, é na altura melhor para tal acontecer, que é quando somos avaliados.
E vocês?
O que acham melhor? Grupo? sozinho? Comentai...
domingo, 27 de maio de 2012
Amigos só nas ocasiões?
Desde que me lembro que existo, que me cruzo com aquele perfil de suposto amigo a tempo inteiro, mas que não é a tempo inteiro.
Passo a explicar.
Um amigo, quando se diz ser amigo, deveria de o ser todos os dias e não só quando lhe dá na vontade.
Algumas pessoas que conheci no passado e com as quais fiquei particularmente amiga, acabaram por decidir mudar o rumo das suas vidas, o que não é de estranhar que tal coisa suceda. O que é de estranhar é quando essa mudança implica virarem as costas a quem fica sempre disponível e de braços abertos.
Há alguns anos trás eu tinha muito esse hábito de acabar por perdoar quando só se lembravam que eu existia no momento em que se viam aflitos e sem ninguém para os ouvir.
Acontece que nos dias de hoje as coisas não são bem assim, como tal, para todas as pessoas que tenham passado pelo mesmo processo de amizade a roçar o anormal, um concelho para vós:
E vocês, meus caros..já tiveram algum amigo em part-time super querido/a que só se lembra de aparecer quando está depressivo?
Como eu vos entendo.
Passo a explicar.
Um amigo, quando se diz ser amigo, deveria de o ser todos os dias e não só quando lhe dá na vontade.
Algumas pessoas que conheci no passado e com as quais fiquei particularmente amiga, acabaram por decidir mudar o rumo das suas vidas, o que não é de estranhar que tal coisa suceda. O que é de estranhar é quando essa mudança implica virarem as costas a quem fica sempre disponível e de braços abertos.
Há alguns anos trás eu tinha muito esse hábito de acabar por perdoar quando só se lembravam que eu existia no momento em que se viam aflitos e sem ninguém para os ouvir.
Acontece que nos dias de hoje as coisas não são bem assim, como tal, para todas as pessoas que tenham passado pelo mesmo processo de amizade a roçar o anormal, um concelho para vós:
- Mandem o fulano/a passear. Vocês não têm que ficar o resto da vida á espera que fulano/a dê sinal de vida.
- Mandem fulano/a fazer uma Oração a Nossa Senhora de Fátima. Normalmente as pessoas só se lembram dos santos quando estão entre a espada e a parede. Se o que se passa com o vosso amiguinho nómada for o mesmo, uma Ave Maria e um Pai Nosso resolve o problema. Além disso, se formos a ver o assunto com calma, no fundo para essas pessoas somos os santos terrestres que eles têm, só se lembram de nós naquelas horas...quando já nem nos lembrávamos que tal pessoa existia.
- Ignorem. Não digo que não falem com a pessoa. Até porque não seria propriamente ético. Mas falem na mesma moeda. Perguntem como vai, afinal de contas se vos procura é porque tem algum interesse, e percebam o que realmente se passou, afinal de contas procurou-vos, há que rir um bocadinho disso.
- Façam como vos fazem a vocês. A vossa agenda está muito cheia. Ninguém gosta de ser a última escolha de ninguém.
- Não gastem dinheiro a responder ás sms de fulano/a. Não vale a pena. Percebam que já perderam anos/meses/dias a dar concelhos e apoio e a levar sempre com os pés.
- Façam fulano/a perceber que vocês não estão nem aí para a situação. Afinal de contas ele/a faz o mesmo quando tem uma ocupação mais relevante.
E vocês, meus caros..já tiveram algum amigo em part-time super querido/a que só se lembra de aparecer quando está depressivo?
Como eu vos entendo.
sábado, 12 de maio de 2012
Tumblr- Eu gosto
Toda a gente já ouviu ou deve ter ouvido falar do Tumblr.
O Tumblr é mais uma rede social da internet, criada de forma original de forma a ser um blog em que postamos o que bem entendemos, na sua grande maioria fotos, e temos pessoas que nos seguem e seguimos também nós diversos outras pessoas e partilhamos imagens cuja denominação é o reblog.
Quando eu decidi fazer uma conta no tumblr foi porque li algures na internet e achei que seria divertido. Já tive um Myspace, mas desativei porque não gostava. Já tive o fotolog, mas tirei porque era uma enorme seca. Já tive o twitter, mas tirei-o recentemente porque não me enchia de todo o olho.
Ao contrário de todas estas redes sociais, o tumblr encheu-me completamente o olho com uma enorme quantidade de imagens bastante apelativas e que me inspiram muitas vezes até á escrita, á personalização dos meus cadernos e afins...e dou por mim pegada ao tumblr horas a frio quando não tenho mais nada que fazer só para ver imagens e partilhar as minhas imagens. Neste momento conto com mais de 600 seguidores e alguns até os tenho no meu facebook. Há um seguidor em particular com quem falo com alguma frequência, um jovem rapaz inglês que me costuma enviar músicas e partilhamos alguns dos mesmos gostos musicais.
Com o tumblr comecei a ter mais aquele gostinho de ir á internet e não passo um único dia sem lá ir, desde que esteja em casa, claro.
Por muito que o que por lá mais se vejam sejam imagens, podemos falar com as pessoas através das mensagens e do replay.
Não tenho um gosto específico no tumblr. Costumo postar fotos artísticas, digitais, de cantores que gosto, incluindo Jeff Buckley e toda uma mão cheia de imagens bastante originais e que me prendem todas as atenções e me fazem ficar alguns minutos a tentar decifrar o seu significado ou o que me transmite pelo menos a mim.
Gosto de explorar redes sociais e ver quais as que mais me agradam, mas normalmente vou apagando todas as coisas que me chateiam, como as que referi em cima. Simplesmente não me dizem nada, e fazem precisamente o mesmo.
O fotolog tornou-se chato porque não passava da postagem de uma imagem por dia acompanhada de um comentário.
O Myspace pareceu-me sugestivo mas acabou por se tornar monótono dada a tão evidente semelhança com outras redes sendo uma mistura de hi5 com facebook. O Twitter não me dizia completamente nada. Não passa de uma página para postar a frase do momento e algumas fotografias. Na verdade gosto de coisas complexas, com muito por onde explorar e personalizar. Gosto de dar o meu toque pessoal a todas as coisas que tenho, por isso é lógico que também gosto de personalizar as minhas contas. O Tumblr foi das redes sociais que experimentei, a que de longe me encheu mais o olho. Embora goste do facebook porque sempre tem umas aplicações engraçadas, não deixarei de ter o meu hi5, porque foi a primeira conta que criei e porque gosto do ambiente lá, embora a maioria dos pedidos de amizade que recebo sejam homens babados acima dos 30 a dizer que sou uma beldade e nem sequer me conhecem, coisa que nem aceito logo de chapa.
E vocês leitores?
Qual a rede social que enche mais o vosso olho?
O Tumblr é mais uma rede social da internet, criada de forma original de forma a ser um blog em que postamos o que bem entendemos, na sua grande maioria fotos, e temos pessoas que nos seguem e seguimos também nós diversos outras pessoas e partilhamos imagens cuja denominação é o reblog.
Quando eu decidi fazer uma conta no tumblr foi porque li algures na internet e achei que seria divertido. Já tive um Myspace, mas desativei porque não gostava. Já tive o fotolog, mas tirei porque era uma enorme seca. Já tive o twitter, mas tirei-o recentemente porque não me enchia de todo o olho.
Ao contrário de todas estas redes sociais, o tumblr encheu-me completamente o olho com uma enorme quantidade de imagens bastante apelativas e que me inspiram muitas vezes até á escrita, á personalização dos meus cadernos e afins...e dou por mim pegada ao tumblr horas a frio quando não tenho mais nada que fazer só para ver imagens e partilhar as minhas imagens. Neste momento conto com mais de 600 seguidores e alguns até os tenho no meu facebook. Há um seguidor em particular com quem falo com alguma frequência, um jovem rapaz inglês que me costuma enviar músicas e partilhamos alguns dos mesmos gostos musicais.
Com o tumblr comecei a ter mais aquele gostinho de ir á internet e não passo um único dia sem lá ir, desde que esteja em casa, claro.
Por muito que o que por lá mais se vejam sejam imagens, podemos falar com as pessoas através das mensagens e do replay.
Não tenho um gosto específico no tumblr. Costumo postar fotos artísticas, digitais, de cantores que gosto, incluindo Jeff Buckley e toda uma mão cheia de imagens bastante originais e que me prendem todas as atenções e me fazem ficar alguns minutos a tentar decifrar o seu significado ou o que me transmite pelo menos a mim.
Gosto de explorar redes sociais e ver quais as que mais me agradam, mas normalmente vou apagando todas as coisas que me chateiam, como as que referi em cima. Simplesmente não me dizem nada, e fazem precisamente o mesmo.
O fotolog tornou-se chato porque não passava da postagem de uma imagem por dia acompanhada de um comentário.
O Myspace pareceu-me sugestivo mas acabou por se tornar monótono dada a tão evidente semelhança com outras redes sendo uma mistura de hi5 com facebook. O Twitter não me dizia completamente nada. Não passa de uma página para postar a frase do momento e algumas fotografias. Na verdade gosto de coisas complexas, com muito por onde explorar e personalizar. Gosto de dar o meu toque pessoal a todas as coisas que tenho, por isso é lógico que também gosto de personalizar as minhas contas. O Tumblr foi das redes sociais que experimentei, a que de longe me encheu mais o olho. Embora goste do facebook porque sempre tem umas aplicações engraçadas, não deixarei de ter o meu hi5, porque foi a primeira conta que criei e porque gosto do ambiente lá, embora a maioria dos pedidos de amizade que recebo sejam homens babados acima dos 30 a dizer que sou uma beldade e nem sequer me conhecem, coisa que nem aceito logo de chapa.
E vocês leitores?
Qual a rede social que enche mais o vosso olho?
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