Bem vindos ao meu blog. Aqui escrevo o que penso, o que me apetece e o que bem entendo. Fiz-me entender? Nem por isso? É complicado exemplificar. Puxai uma cadeira. Comei pipocas e ride! Sim...riam muito porque tristezas não pagam dívidas.



quinta-feira, 17 de junho de 2010

Nascer do sol

Não...hoje não estava nada inspirada para mais um post romântico. Com o stress desta última semana de aulas e o facto de pensar que não tardará nada e já estarei a gozar a vida em pleno deu-me inspiração para falar de outros assuntos.
Hoje vou falar dos privilégios de não ter mais aulas.
Estar de férias é algo verdadeiramente gratificante, a começar por nem ter que olhar para os livros, não ter de me levantar cedo todas as manhãs quando o que mais me apetecia era mesmo ficar na cama e fazer ronha por mais uma ou duas horas, poder sair á noite e estar mais tempo com a família e os amigos. Isso sim é valor!
Um dos maiores benefícios é precisamente não ter de aturar aquele ar autoritário de certos docentes e ainda não ter de ficar com a manhã estragada pela presença de "PERSONA NON GRATA" quando a manhã me estava a correr maravilhosamente até então.
Admito que estar em tempo de aulas tem o seu lado positivo visto que vês sempre os colegas, falas com os amigos que depois em férias não vês com tanta regularidade e todos temos aqueles momentos em que nos apetece pegar num livro e empenhar-nos um pouco mais não é? Embora por experiência própria eu saiba que isso é mais no início, quando pensamos sempre que este ano iremos estar super empenhados mas acaba por ser mais um ano banal onde nos baldamos sempre um bocado. Este ano, por acaso, fiz algo que não é muito da minha pessoa, baldei-me mais que o costume, nem tenho vergonha de o admitir, mas já se sabe...estudante que é estudante passa sempre por uma boa aventura destas.
Não faço um balanço positivo nem negativo da minha prestação académica, faço sim um balanço positivo da minha passagem pela universidade este ano...sim...este ano estive mais de passagem que outra coisa, mas não me arrependo, isso não é para mim.
Embora nem tudo tenha corrido sob rodas, até que gostei deste ano. Houveram aspectos negativos como por exemplo conhecer pessoas de duas caras ou até mesmo alguns problemas pessoais a querer atazanar a minha mente brilhante, mas os positivos é que me livrei de todos essas entraves e segui com o meu percurso.
Acho que estas férias me irão fazer muito bem, visto já estar com os olhos em bico com a universidade. Chegamos por vezes a um ponto em que já não podemos ver o sitio nem sequer pisar aquele terreno, mas com o tempo que irei estar de férias a saudade aperta e voltarei cheia de energia, que é assim que me defino sempre.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Juntos ao luar

Esta noite foi finalmente nossa.
Quando eu cheguei o teu olhar estudou-me atentamente. Depois sorriste para mim e por fim beijamos-nos.
Foi a nossa primeira noite juntos depois de tanto tempo. Parecia que nunca nos havíamos separado. Pude finalmente contemplar o teu sorriso, ver de perto cada prega da tua pele, sentir a fragrância única dos teus cabelos.
Já era tarde, mas não importava. Agora já nada importava. Estávamos juntos para todo o sempre, juntos toda a eternidade. Agora nada mais nos podia separar.
Quando te vi pela última vez tinhas os olhos cobertos de lágrimas e nem tu sabias o motivo. Parecia que adivinhavas o adeus cada vez mais próximo, cada vez mais perto de nós para nos atormentar durante milénios.
Foram séculos que esperei ansiosamente a tua chegada e agora, ali naquela noite estrelada, lá estávamos nós como que duas estátuas sem já saber quem via e quem era visto. Os olhos a verem e a serem vistos por ambos até nos perdermos nesse mistério de saber quem via e quem era visto.
Estavamos entregues, destinados a ficar juntos.
Os teus beijos eram mel, os teus lábios pareciam veludo, sedosos e tenros. O teu olhar era um novo mundo, cheio de mistérios e alegrias, cheio de certezas e segurança. A segurança de estar ali contigo de novo.
Dissemos tudo mas foi pouco, sabes que será sempre pouco enquanto houverem palavras a serem ditas. Os anos passaram e nem tu nem eu nos demos conta.
Amo-te! Tenho plena certeza disso. Amo-te com todas as letras da palavra amor, com todas as minhas forças, aquelas que guardei carinhosamente enquanto esperava a tua chegada.
Serás sempre aquele para mim, o único amor da minha vida, aquele que estava destinado a cruzar-se comigo e não se separar de mim nunca...nunca.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Entre tu e eu


De cada vez que nos olhamos
De cada vez que nos tocamos
Felizes nós somos
Por ambos sabermos que nos amamos

Entre o teu olhar e o meu
Entre o nosso coração
Entre palavras e promessas
A certeza desta paixão

Cada palavra, cada gesto
Cada momento, cada sorriso
Faz-me viver num outro mundo
Ao qual chamo paraíso

Juro-te aqui amor infinito
E amar-te mais a cada momento
Afastar toda a tua dor
Todo o teu sofrimento

Amo-te com todas as letras da palavra amor
E foste o único a conseguir
Fazer-me sentir o que ninguém
Até hoje pode conseguir

O teu sorriso é o meu sol
O teu olhar o meu guia
Que enchem o meu coração de amor
E me dão tanta alegria

domingo, 6 de junho de 2010

Words


Sinto que entraste na minha vida com a mesma facilidade de alguém que entra pela porta e ali estava eu, naquele mesmo lugar, pronta para te receber, para te ver mais uma vez, para te dizer as mesmas palavras, aquelas que tu gostas sempre de ouvir e que nunca te cansas de me pedir que as pronuncie uma vez e outra, até te perderes por completo entre aquilo que ouves e o que sentes, aquilo que precisas de ouvir e de sentir e que apenas eu saberei como te dizer e como te dar.
Desde sempre que senti que te pertencia, que um dia ainda iríamos estar juntos e que aí, finalmente iríamos poder ser felizes.
Hoje vejo isso acontecer. Também hoje me perdi nas tuas palavras, também hoje me deixei levar pela doce melodia da tua voz enquanto me dizias aquilo que eu precisava ouvir de ti, aquilo que também eu te peço que me digas uma vez e outra até ao ponto em que também eu me perco, também eu me deixo embalar por essa doce melodia entre o ouvir e o sentir os sentimentos, viver as emoções e ficar estática, com receio de que o simples balançar de uma perna ou o simples mexer de um dedo possa estragar esse mágico momento em que tão subtilmente me dizes ao ouvido todas aquelas palavras vindas do dicionário do coração. Palavras que são ditas de boca em boca e para as quais não há significado sem ausência de sentimentos profundos, palavras que buscamos sempre dizer em momentos como este, em que sentimos nos nosso corações a plena certeza de que devem de ser empregues de forma terna e única como a que juntos fazemos cada vez que nos cruzamos, cada vez que nos deitamos lado a lado sob o olhar infinito mútuo e os mistérios do que se seguirá aquela palavra, aquele gesto tão unicamente relaxante e carregado de certezas, essas certezas são as de amarmos e sermos amados da forma como somos.

Olhar para o passado


É com enorme gratidão que passo hoje por ti e sei que não me dizes mais nada.
Dou por mim a pensar em como pude ser tão parva, perdendo tempo ao lado de alguém como tu, com esse ar de arrogante e mania de quem já nasceu com toda a sabedoria suprema.
Será algo que nunca conseguirei entender ou até tentar achar uma resposta. Embora ache que não perdi o meu tempo contigo, mas que foste um complemento de aprendizagem no meu caminho, sentir que um dia fizeste parte da minha vida dá-me nojo.
A parte mais infeliz do dia será eternamente aquela em que tenho que me cruzar contigo na rua por breves segundos. Um dia tentei reviver na minha memória cenas que juntos passamos e não faz sentido na minha cabeça pensar sequer que pude um dia dizer que te amei, que adorava estar contigo. Tiveste sim foi muita sorte em me teres tido do teu lado, em teres tido a rara oportunidade de na tua vida miserável te cruzares com uma mulher como eu, sorte em teres achado alguém capaz de tapar essa tua falta de nível e imagem ridícula de um ser a quem outrora chamei de "meu namorado".
Odeio saber que todas as manhãs terei de me cruzar contigo e que não poderei sequer ter a oportunidade de pagar para que tal não aconteça. Odeio esse teu ar de quem se julga mais que tudo e todos, esse ar de arrogante e insensível, pervertido e estúpido. Odeio a tua mania de que sabes tudo sobre tudo e todos, sobre todas as coisas, odeio essa mania de dono da verdade quando o que mais soubeste fazer do meu lado foi ser actor. Odeio a tua voz, as tuas conversas infelizes, o que escreves, o que dizes e o que pensas.
Devias ter mudado de planeta há séculos. É um alívio sentir que um dia passei por ti e não me disseste absolutamente nada. A coisa mais inteligente que fizeste na tua vida foi calares a boca perante a minha pessoa e teres-te assim poupado a mais uma critica, porque adoras criticar sempre, desde que nenhuma critica caia sobre ti, mas comigo não é bem assim. Irei dizer sempre o que penso de ti, sempre aquilo que me fazes lembrar cada vez que te vejo e porque quero que saibas que fui sempre demais para ti, fui sempre demasiado valor nas tuas mãos, demasiada areia na tua camioneta.
Obrigada por não me teres feito perder mais tempo, por me ajudares a entender que não prestas, que mulher nenhuma merece alguém assim na sua vida, por me fazeres entender que o maior erro que cometi em tempos foi ter-te conhecido, falado contigo e deixado que entrasses no meu caminho.
Não vales absolutamente nada, mas não precisei de muito tempo para o perceber.
Entendo hoje que todas as pessoas que comentavam a teu respeito tinham razão, algo de errado se passa contigo. Usas as mulheres como troféu para esconder aquilo que não queres que todo o mundo saiba e lamento que assim seja, mas por mais que tentes não conseguirás fazer com o que os olhares alheios caiam sobre ti e te dispam perante a verdade, perante aquilo que é óbvio, aquilo que receias, mas aquilo que és.

sábado, 5 de junho de 2010

Algo


Algo acontece quando os teus lábios me tocam, que é quando os meus olhos se fecham e sinto o mundo parar á minha volta.
Algo acontece quando te vejo, quando falamos e quando me dizes aquelas palavras.
Algo acontece quando sinto o teu perfume ao meu redor, quando nos abraçamos e consigo por fim sentir a fragrância perfumada dos teus cabelos, o sabor doce dos teus beijos e o teu olhar de encontro ao meu. Será isto um breve olá ou um eterno momento a que estamos destinados a viver?
O mundo muda quando estamos finalmente juntos. Tudo gira á minha volta ao ver-te finalmente vir na minha direcção, e quando chegas perto de mim, sinto que os meus braços estão preparados para te receber finalmente, para te acolher naquele ninho protector que durante todo este tempo eu aprendi a criar para que um dia pudesses caber nele.
Quando te vejo morro e ressuscito no mesmo instante, fico entre o sonho e a realidade, entre o que pensei que nunca existisse e o que de facto existe.
Amo-te mais a cada dia, a cada instante. És perfeito não apenas pelo que dizes ou fazes, mas pelo que eu sinto cada vez que estou perto de ti, cada vez que me dás a mão e me transportas mesmo que não saibas para um mundo totalmente diferente deste, de cada vez que dizes que me amas com todas as letras e que eu sei que não estás a brincar, que sabes usar essa palavra nos termos certos. Tudo o que me fazes sentir...é que estou viva, aqui e agora, pronta para ti, para nós.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Tu


A noite caiu rápido. Lá do alto as estrelas brilhavam e dentro de mim havia aquele perfume da água da cascata misturada com o cheiro dos teus cabelos que lentamente roçava nas minhas narinas. Há muito que esperava por um momento assim, em que pudesse finalmente ter-te inteiro nos meus braços.
Senti os teus lábios tocarem os meus levemente. Fechei os meus olhos e vi dentro de mim a tua imagem. Quando os abri sorrias para mim, o teu olhar profundo misturado com aquele ar doce e maroto. Lembro-me de ver do alto uma chuva de estrelas cadentes e as leves e frescas gotas de água que caíam levemente sob as nossas cabeças. Mergulhamos num beijo apaixonado com mais sorrisos de cumplicidade.
Percebi que estava perdidamente apaixonada pelo homem que és, pelo homem que tenho nos meus braços noite após noite e que noite após noite venho buscar para mim, para o meu coração.
Perdi-me no universo do meu amor por ti, nas palavras que me encantam mais a casa momento que passa e aquela tua subtileza única e a tua maneira de ser.
Somos tudo e nada, mas tão poderosos quando os nossos corpos finalmente se fundem na gélida água da cascata, na penumbra da noite onde as estrelas são o tecto que nos cobre, onde as palavras de amor são pequenos lençóis de calor e onde os teus beijos são alimento á minha fome de viver.